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Os analgésicos, os anti-inflamatórios, os corticoides, os antidepressivos e os benzodiazepínicos (bromazepam, diazepam, alprazolam, etc.) que você está tomando para o alívio das dores causadas pela sua fibromialgia, além de não resolver o seu problema em si, ainda vão piorar o seu caso! Eu já falo melhor sobre isso, mas, antes, deixe-me contar a minha história pessoal relacionada à minha esposa, atualmente curada da fibromialgia e livre de quaisquer medicamentos para essa finalidade.

Minha esposa sentia dores fortíssimas por todo o corpo. Foram muitos os médicos consultados antes de ter o diagnóstico confirmado; quando finalmente o recebeu, há quase 20 anos, veio com ele a angústia de ter confirmada uma doença extremamente limitante e, pior, considerada “sem cura” pela medicina oficial alopática: a fibromialgia. Somada às dores físicas constantes, tinha ainda a dor do medo de como seria a sua vida e a sua saúde dali para frente. A partir do diagnóstico, o “tratamento” pela medicina alopática começou, mas, como você já deve imaginar, não surtiu o efeito desejado ao longo dos anos.

Assim como pode já estar acontecendo com você, ela se viu usuária de vários medicamentos, alguns fortíssimos, para controlar as crises cada vez mais fortes ao longo do tempo. Foram anos tomando analgésicos (que com o tempo deixaram de ter a efetividade esperada), benzodiazepínicos, anti-inflamatórios e, às vezes, antidepressivos. Junto à tentativa de obter alívio pelo tratamento, vieram os efeitos colaterais dos medicamentos, como o aumento progressivo da ansiedade, da indisposição e do cansaço generalizado, principalmente durante as crises – as quais vinham de maneira muito mais recorrente. Minha esposa foi uma guerreira e, durante os anos lutando contra essa doença, continuou cuidando da família e, fora das crises, seguindo trabalhando.

Por minha vez, eu também fora um doente crônico, tendo conseguido me curar apenas com a Medicina Natural (1). Foi dessa forma que, por meio dela, não apenas me curei de vários problemas crônicos, mas também que tive a minha vida completamente transformada. A transformação foi tão grande, que deixei a minha carreira como um executivo da área jurídica corporativa, convertendo-me ao ofício da Medicina Natural. Foi graças a essa minha mudança de vida, pessoal e profissional, que eu consegui ajudar a minha esposa a reverter a sua fibromialgia.

E foi com o auxílio dos meus conhecimentos, já como naturopata, e estudando a fundo o caso da minha esposa, que entendi que, por mais que ela já tivesse tentado várias alternativas de tratamento sem resultados satisfatórios,

ainda poderia existir mais uma chance… APENAS MAIS UMA… Se essa não desse certo, mais nenhuma daria:
a MEDICINA NATURAL.

Em um primeiro momento, foi necessário convencê-la de que era possível “curar-se” pela Medicina Natural e de que valia a pena tentar, assim como eu fiz no meu caso. E, a partir do momento em que ela acreditou e aceitou que eu pessoalmente assumisse o seu tratamento terapêutico (no início, de maneira complementar ao alopático, e, mais adiante, de maneira alternativa), foram quase dois anos até a sua cura, sendo a persistência dela fundamental para o sucesso da regressão da doença e, finalmente, da cura. Hoje, ela não toma mais nenhum remédio alopático para essa finalidade e está curada da fibromialgia. Enfim, as crises dolorosas e, às vezes, incapacitantes que lhe roubavam o bem-estar e a funcionalidade desapareceram!

Agora, não sei se você percebeu, mas, ao me referir à medicina alopática, falei do tratamento entre aspas. Explico o porquê: na medicina oficial alopática não existe a cura da fibromialgia; ela oferece, unicamente, a remediação dos principais sintomas. Porém, como é sabido, inclusive pela comunidade médica, nenhum dos medicamentos atualmente disponíveis pela medicina alopática funciona adequadamente contra todos os sintomas da fibromialgia. Isso faz com que um número significativo de doentes não responda satisfatoriamente ao tratamento conservador e experimente efeitos colaterais consideráveis pelos medicamentos usuais (2). Com isso, o que se vê, infelizmente, é apenas o silenciamento temporário dos sintomas e, provavelmente, o desenvolvimento de novos problemas em seu organismo;

Tais como…

Dentre os efeitos colaterais dos benzodiazepínicos estão: risco aumentado de demência e disfunções cognitivas, perda de coordenação motora e depressão, podendo levar ao coma e à morte; dos antidepressivos: aumento da ansiedade, insônia, queda de pressão, taquicardia, efeitos opostos ao objetivo inicial, como piora do quadro e maior vulnerabilidade do doente, alucinações e 250% mais chance de tentativas suicidas (3); dos corticoides: trombose, hipertensão, diabetes, osteoporose e infertilidade feminina; dos analgésicos: hipertensão, gastrite, hepatite medicamentosa e úlceras gástricas; dos anti-inflamatórios: gastrite, úlceras e insuficiência renal. Esses são alguns dos principais efeitos colaterais que podem surgir em decorrência do uso contínuo e em grandes quantidades dos tipos de medicamentos citados.

Já a Medicina Natural, por sua vez, nos oferece outro caminho…

Com ela, você tem a chance de resgatar a sua saúde de forma natural, segura e duradoura, sem mistérios, sem falsas ilusões e sem criar mais problemas ou piorar os seus sintomas. E, agora, eu desejo retribuir, em gratidão à Medicina Natural por tudo o que ela fez pela minha saúde e pela minha esposa.

Para quem ainda não me conhece, sou terapeuta naturopata e consultor em saúde natural, com pós-graduação em Homeopatia. Também sou ortonutromoleculista, auriculopunturista e fitoterapeuta. Eu atendo, em meu consultório, pessoas de todas as idades com os mais variados problemas de saúde, especialmente os crônicos. Hoje, como naturopata, dedico-me a ajudar profissionalmente as pessoas a resgatarem a sua saúde e a se tornarem mais saudáveis de forma consciente, natural e independente (4).

Sendo essa a minha missão como profissional, e como eu sei que existe você e muitas outras pessoas que passam pelas mesmas dificuldades e desafios causados pela fibromialgia, resolvi divulgar a minha história e disponibilizar – de maneira mais ampla – para todos que queiram uma alternativa ao método convencional da medicina comum, o tratamento que desenvolvi a partir do caso da minha esposa e de outras pacientes com o mesmo problema.

Porém, você pode estar se questionando da mesma forma que minha esposa fez, no início, antes de eu convencê-la a se tratar com a Medicina Natural: “eu já tentei diversos tratamentos alternativos e nenhum funcionou. Por que com esse seria diferente?”. É, eu sei que bate uma dúvida ou desconfiança, ainda mais após tentativas frustradas. Mas, caso já tenha feito algum tratamento, sem sucesso, pela medicina natural, eu lhe convido a refletir: você escolheu o melhor tratamento? Foi usada a técnica e o método mais compatíveis para o SEU caso em particular? Você deu TEMPO suficiente para que o tratamento em questão apresentasse algum efeito positivo? Foi-lhe esclarecido que parte do trabalho e, consequentemente, do resultado também depende de VOCÊ? Essas questões são importantes para que você consiga avaliar melhor o que lhe foi proposto e talvez o porquê de ter sido uma tentativa frustrada.

Mas, é importante e responsável da minha parte deixar claro que qualquer tratamento, mesmo o mais natural, depende, para o seu maior ou menor resultado, além da técnica e do método mais adequados a cada caso particular, e independentemente da experiência e capacidade do terapeuta ou do médico, de vários fatores individuais, tais como: a idade, a intensidade dos sintomas, os efeitos dos remédios alopáticos no organismo, da disciplina e da persistência do paciente no tratamento, etc… E, também, se tem uma coisa que aprendi tratando a minha esposa e, depois, outras mulheres com o mesmo problema, é que o doente deve assumir a direção e, se necessário, mudar a sua VIDA, e não somente querer tratar a DOENÇA em si, pois não se trata apenas, aqui, de trocar os métodos da medicina alopática pelos dos da medicina natural. Por exemplo, o tratamento da minha esposa levou mais ou menos um ano para reduzir significativamente as suas crises, até chegar à cura – as crises foram diminuindo ao longo desse tempo, gradativamente, e vinham cada vez mais fracas e mais toleráveis, até desaparecerem completamente e ela não sentir mais dor ou outros sintomas. Mesmo que eu não possa garantir que você terá o mesmo resultado que a minha esposa, a Medicina Natural ainda é a forma terapêutica com maior chance de realmente reduzir ou regredir tal doença. E acredito firmemente nisso.

Além disso, você também pode se perguntar: “mas por que mais de um ano para regredir os sintomas?” Existem alguns motivos para isso: 1) Além do tratamento em si, é necessário, muitas vezes, uma mudança no estilo de vida do doente; 2) A partir dessas mudanças, tem também o fato de que cada pessoa tem as suas particularidades, o que faz com que cada organismo responda de maneira diferente ao tratamento e leve o seu próprio tempo para reequilibrar-se. No caso da minha esposa, foi necessário mais de um ano para reduzir os sintomas e quase dois anos para curar-se; 3) A partir do caso dela, aprendi que ao usar mais de um tipo de terapia natural de forma integrada, obteria maior efetividade e, portanto, o resultado desejado: a regressão e, posteriormente, a cura da fibromialgia da minha esposa.

(1): https://antoniocarlosmartins.com.br/antonio-carlos-martins/
(2): https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S2595-1922018000300255&script=sci_arttext&tlng=pt#aff3
(3): https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4034101/
(4): https://antoniocarlosmartins.com.br/antonio-carlos-martins/

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